segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Fogo que destrói

- Incêndio em Portugal, esta semana
                   

Incêndio não é novidade no planeta. Em Belo Horizonte eu pensava em quem colocava fogo na Serra do Curral. Era o que podíamos pensar quando víamos focos , de longe.  Nunca tive resposta. Era sempre em setembro. Continua sendo.

Minha irmã, Juliana, mora em Ouro Branco / MG onde tem uma montanha maravilhosa, fazendo vista para sua casa. Este ano pegou fogo em seu cume. Ela me disse que é comum, também em setembro. 

As notícias de incêndios queimando tudo, em labaredas e ventos, dizimando imóveis, terra, florestas, cidades acontece sempre na Califórnia/USA. Por mais que o povo lute contra essa manifestação da natureza mais parece que não dá em nada. Há décadas a família de Roy Orbison, autor e cantor de Uma linda mulher,  morreu em sua casa incendiada. E, ele havia feito uma piscina dentro dela na tentativa de salvar vidas se o fogo acontecesse.

Temos notícias de incêndios em Portugal e esse ano, por estes dias, foi terrível. Destruiu prédios inteiros, caros, caminhões, fazendas com suas criações de aves ou outros animais. Levou tudo.
Mais uma vez pessoas foram surpreendidas em seus carros, nas estradas e morreram queimadas. Um horror sem tamanho.
Eu sintonizei no canal português e o povo está qual barata tonta. Inclusive o governo pois nada que se faça impede o fogo em chamas de trinta, quarenta metros de altura. O pessoal com balde de água, tentando apagar aquilo tudo, pessoas morrendo sem dar tempo de sair de suas casas.

Quero manifestar minha tristeza com tamanha calamidade. Ainda mais que vivo entre árvores e sei que folha seca pega fogo em um piscar de olhos. 
Espero que encontrem uma saída para resolver esse problema, aparentemente sem solução. Quem sabe trocar idéias com a Califórnia que também tem esse problema há décadas. 

Boa sorte, Portugal.

Mais? KLIKA

Ao final, o descarte

-  Pica-pau no bebedouro do meu quintal
                                

As prévias para as eleições de 2018 já começaram Afinal, as empresas ligadas ao negócio precisam trabalhar e ter renda. Mas não tem nenhuma influência real. Servem para dar notícia e encher lacunas nas empresas afins, nos noticiários, quiçá nos blogs. 

Quando das últimas eleições para presidente dos USA, eu sintonizava a CNN em inglês para acompanhar o que acontecia por lá. Eu desconhecia que a emissora era tendenciosa em favor da candidata Hilary Clinton. Como naquele país existem dois partidos hegemônicos e um sistema incompreensível para mim, eu via os noticiários com a certeza que era real e sério.
No Brasil a tônica é dizer que aquele país é a fina flor da honra e honestidade em tudo e por tudo. Lá os índices de safadeza e corrupção são quase nulos assim como a criminalidade comum. Sempre ressaltando a pior no Brasil, o oposto completamente.

Os gráficos mostrados, os índices, no cantinho direito da tela, mostravam vitória acachapante da candidata democrata. A pose dos apresentadores, naquele tom de oráculo, copiados pela Globo, deixava claro que a eleição estava resolvida.

Um dia, meu filho chegou e me viu assistindo o noticiário e perguntou se eu estava treinando meu inglês. E eu respondi que estava observando os índices de chance de Trump, mais ou menos trinta por cento, e matutando o porque ele não desistia logo para o vexame não ser tão grande.
Nossa conversa foi por essa trilha sem entender como uma pessoa gastava tanto dinheiro, não sendo político, sabendo que ia perder. Especulamos que o dinheiro era tão farto para essa gente que mais um ou menos outro não fazia diferença.

Qual não foi a minha surpresa quando a eleição chegou e os índices foram mudando. Os apresentadores da CNN continuaram a mostrar a Clinton como se fosse ela que estivesse na frente. Eu não entendia porque não conheço as regras das eleições  de lá mas fiquei pior quando Trump foi declarado vitorioso.
O mesmo foi mostrado na posse, como se ninguém tivesse ido na cerimônia pública. 

Eu exponho essa minha experiência para mostrar que a imprensa manipula mesmo estando errada, que pode haver não, exatamente, falta de informação mas jogo de poder e que não salva sequer uma emissora internacional com repercussão no nível da CNN.

E,  os índices de chance do Velhaco, mostrado nessa altura do campeonato, de oitenta por cento a seu favor em uma eleição para presidente da república em 2018, não merecem o desgaste sequer de um subnitrato de um neurônio. Especulação e nada mais, falta de assunto.

Espero que a era dos indicadores eleitorais, descritos em pesquisas tenha acabado. Não somam nada para a nação e para o eleitor. Que não cheguem ao nível de serem descartadas pelos próprios candidatos.


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Só por cima do meu cadáver

- Não sou eu mas merecia
                                        
         
Assédio sexual existe desde que me entendo por gente. Acho que  se for remover areias do fundo da memória, vou encontrar vestígios nada confessáveis. Nem sei se vale a pena. A não ser se for para demolir um tipo que aproveitou do seu poder para direcionar vocações e vidas como do produtor de Hollywood, Harvey Weinstein.

Quantas mulheres perderam seus empregos, chances  profissionais porque algum poderoso impediu ? Quantas tiveram atraso na vida por pressão e desrespeito? Muitos homens, também, sofreram desaforos e as marcas são tão qual nas mulheres. A vida não é fácil pra ninguém.

Não pensem que isso acontece somente no meio artístico. Quando os concursos públicos eram produzidos pelas próprias repartições, também havia o impedimento do acesso para as mulheres.
No concurso para juiz e promotor de justiça haviam provas orais onde a mulher era tratada de forma a perder o concurso ali mesmo. A pessoa entrava na sala sozinha com dois ou três examinadores e a arapuca estava formada. Dou como exemplo uma pergunta: - Você é virgem?

Eu fiz dois vestibulares para Direito na UFMG. Naquele tempo poucas mulheres faziam vestibular. Perdi o primeiro na prova oral de filosofia, feitas  somente para os que foram aprovados na escrita.
A sala estava abarrotada de vestibulandos. Eu era a única mulher. Quando fui chamada e levantei para fazer a prova a sala veio abaixo com gritos e apupos. O professor ainda fez uma piadinha e a sala estremeceu. Perdi o rumo e não consegui abrir a boca, entre tanto barulho e palavras de ordem, embora eu soubesse a matéria. Lembro-me que a pergunta era sobre o filósofo Cícero e sua influência no direito e na política. Eu sabia a resposta mas não consegui falar. Lembro-me que passei a mão na nuca e suava muito. Eu estava com um vestido cor de rosa que mamãe havia feito, de algodão grosso e tinha uma gola, acompanhando o decote redondo um pouco longe do pescoço. O professor ria, debochando mas não lembro do que falava, fazendo bulying, trocadilhos,  com o  meu nome.
Até hoje sinto raiva desse dia, meu coração aperta, por não ter conseguido vencer tamanho desafio que me atrasou um ano de vida. E, pelo vexame, que jurei nunca mais iria acontecer. Custasse o que custasse, ninguém jamais me faltaria com o respeito sem uma resposta a altura. Eu não tive nenhum apoio em casa para fazer o vestibular, era professora primária, alfabetizava crianças, vivia fora da violência do mundo, quase numa redoma. 
No entanto, aquilo deve ter repercutido, ou houveram outros casos, porque haviam dois outros professores na banca de exames e no outro ano, quando voltei a prestar vestibular, o exame foi a portas fechadas, só com o vestibulando e a banca examinadora.

Acho interessante quando vejo gente querendo faltar com o respeito, achando que vou recuar.  Nunca recuo, sou dura como aço  e esse dia marcou a minha vida para sempre.

Só para situar-se: KLIKA

Foguetes em 12 de outubro

- A gente é feliz e sabe
                                 

A primeira data de 12 de outubro, Dia de Nossa Senhora Aparecida, em que passei em Vitória, foi uma surpresa para mim. Casei-me em maio e fui morar no centro de Vitória, atrás do Parque Moscoso, na cobertura do vigésimo andar.  O apartamento tem uma varanda grande, voltada para o parque e para o canal. 
Era tudo muito novo para mim. Os urubus voavam pertinho e uma vez um raio caiu no para raio quando eu estava com Maurício, em uma cadeira, enquanto ele brincava. Chequei a ver as faíscas, pareciam que vinham em nossa direção e eu saí bem rápido, de acordo com o meu reflexo.

Mas o que foi interessante e levei dois anos para descobrir a razão, é o foguetório do dia doze de outubro. Inicialmente eu pensei que seria por comemorar o Dia da Criança.  Meu marido não era de Vitória e sendo presbiteriano, também pensava como eu. Por ser feriado, no dia seguinte não me lembrava do foguetório e ficava por isso mesmo e não perguntava aos naturais sobre.  Até que recebi a visita de uma amiga que eu havia feito em Vitória, ela veio para almoçar conosco e, na hora dos fogos de artifício, fomos olhar da sacada porque ela nunca tinha visto por esse ângulo. Então fiquei sabendo que é homenagem a Nossa Senhora Aparecida.

Não sei se existe essa homenagem em outros lugares do Brasil, desconheço, mas em Vitória/ES é muito forte. Quando dá meio-dia, durante uns dez minutos o pessoal solta foguetes, muito semelhante ao dia da virada do ano mas sem ser o oficial com o exagero conhecido.


quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Quem é esse cara ?

Minha casa
                           

Eu preciso deixar registrado aqui que o cara, inquilino do prédio Rubiácea, de nome Wanderci, que me ameaçou a ponto de eu ter que chamar a polícia é bandido, fugido da Bahia. Tenho certeza.
Se não é bandido procurado ele é criminoso processado. Traficante, viciado em drogas, não sei. Mas está fugido, escondendo de alguma coisa.
Desde cedo está gritando, esmurrando as portas, tendo um surto, com gritos intermitentes. A mulher parece que tenta contê-lo e grita também.

Se ele não se mudar, quando vencer o contrato dele em dezembro ou novembro, irei ao delegado para relatar as ameaças, as circunstâncias  e pedir que investigue quem é esse cara. Não posso dar bobeira para o azar. Se o delegado não levar a sério, pedirei a algum delegado conhecido que o faça. Tenho certeza que em dois tempos isso fica esclarecido. Estou pensando em anotar a placa da moto dele e ir ao DETRAN tirar um Nada Consta para saber o nome completo da arara.

Nisso é que dá, um ricaço do café de Colatina, constrói um prédio para alugar, entrega para um administrador  e, este, aluga  para qualquer um, sem selecionar. Quem sofre as consequências é o morador local porque essa gente vai e vem sem compromisso com o lugar. Não é raro ficar um tempo e sumir,com mala e cuia, em uma cidade praiana cheia de aventureiros.

Toma lá, dá cá...

                                      - Jeff  Young em ação no México


Eu vi um documentário sobre um veterinário que, periodicamente, vai ao México fazer castração e atendimento de animais abandonados nas ruas ou assistência gratuita. As filas são quilométricas. São mil atendimentos por dia, seiscentas castrações em escala industrial. Até suas atendentes trabalham na sequência do preparo dos animais. Um frenesi, em um galpão preparado com os parceiros mexicanos.

Então, percebo que um país é atrasado porque seu povo é atrasado. No lugar onde mostram o atendimento, as pessoas não incapazes de trazer um copo de água, um presente, uma lembrança para os veterinários ou atendentes a título de agradecimento.

Diferente do Brasil onde prestei atendimento gratuito como advogado e recebia até um bombom, frango abatido, sorvete e flor de plástico. Para uma mocinha, quando ela disse que era costureira eu disse que estava procurando uma para fazer uma blusa para mim e não encontrava. Então ela disse que faria e fez. Quando perguntei a ela qual o preço, ela disse que não era nada e não cedeu ante minha insistência. Disse que ficaria ofendida pois estava fazendo seu agradecimento com o que ela sabia fazer.

O mesmo acontecia quando eu ia fazer palestra em favela sobre direito do trabalho ou de família. No final eu recebia até caixa de leite, pano de prato bordado, bolo e biscoitos caseiros.

Não posso generalizar nem lá e nem cá mas a sujeira das ruas, o mato tomando conta de tudo, as coisas sem capricho mostram que lá está bem pior do que aqui. Pelo menos onde moro porque lá prá cima não conheço.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Satanás !

                                     Gente fina é outra coisa
     
Eu faço academia há mais de dez anos. A primeira que eu frequentei, já fechou, tinha um espaço para as mulheres fazerem os exercícios  com caneleira. Esses exercícios são no chão, no tatame, com caneleiras nos tornozelos. Geralmente é para fortalecimento das nádegas. Por isso é um tal de levantar pernas, flexionar, geralmente com os cotovelos e joelhos no chão e bunda pra cima.
Pois um camarada, com idade entre 25 e 30 anos, passava no espaço,  constrangendo as mulheres e, muitas vezes, os exercícios eram interrompidos. Obviamente, ele passava para olhar entre as pernas das mulheres.
Eu falei com o dono da academia, pedi que ele colocasse um objeto impedindo o trânsito no local e ele me disse que eu fizesse os exercícios de costas para a parede. Respondi que já que ele não ia tomar providências, que eu o faria. Ele respondeu, fique a vontade.

De certa feita, eu estava fazendo os meus execícios com uma mocinha de uns quinze anos do meu lado quando esse cara resolveu fazer das suas. Ela comentou que o cara era um safado e queria aproveitar-se da situação, um tarado. Então, eu disse a ela que eu havia pensado que era somente eu que estava vendo aquilo e que não iríamos interromper nossos exercícios dessa vez. Que ela ficasse quieta pelo que eu ia fazer.
O cara deu a volta pela academia e voltou para passar no nosso espaço, eu me levantei e o barrei.
- Aqui você não passa. Não tem nada para você fazer aqui, é espaço feminino e está nos constrangendo.
Ele:
- Você está insinuando alguma coisa? Eu passo onde quiser. A malícia está na cabeça das pessoas.
Eu:
- Aqui não. As mulheres lutaram muito para poder frequentar uma academia. Algumas foram mortas, uma aqui no ES morreu com um tiro na cara, com a filha no colo. Se você insistir, chamo a polícia e o acuso de constrangimento sexual.
Ele levantou a voz e disse:
- Você é doida, eu não estou fazendo nada ... blá, blá, blá.
Eu:
- Não pense que vai me constranger. Você nem tinha nascido e eu já lutava contra a polícia, na rua, pelos direitos da mulher. A escolha é sua.
Ele saiu bufando e não passou mais no lugar. Mas toda vez que ele passava por mim, mesmo que fosse na rua, me xingava de bruxa bruxa, bruxa. Não ficou na academia, saiu, mudou-se para outra e eu soube que houve reclamação e foi convidado a sair. 

Pois um camarada, vindo da Bahia, todo tatuado,  inquilino de um apartamento de um prédio em frente a minha casa desde novembro do ano passado, chutou o portão da minha casa, disse que ia me matar, tudo porque eu reagi por ele trazer seus cachorros para fazer cocô na grama em frente do portão da garagem. Resumindo, tive que chamar a polícia e fazer Boletim de Ocorrência no dia seguinte. O policial queria levá-lo para a delegacia para fazermos o BO na mesma noite mas achei melhor proteger-me pois não sei quem é esse cara. De maus bofes, pode ter ficha suja na Bahia. Eu estou encantoada dentro de casa, pelo menos até novembro quando vence o contrato de locação dele e espero que ele se mude. É costume por aqui o inquilino ficar somente um ano. É jogada dos administradores que são pagos com um mês de locação toda vez que aluga um imóvel. Então, há o remanejamento de um imóvel para outro.
Depois disso, ele olha duro para meus filhos. Eles estão apreensivos porque impressionados pela forma como o cara faz. 
Acreditem, toda vez que ele me vê,  grita em plenos pulmões:

- Satanáááás !

De onde essa coisa veio? Qual o grau de instrução e educação? Sei que é o mesmo que a mulher estuda com o filho, aos berros e palavrões. Eu gravei daqui de dentro de casa. É o filme lá de cima.


Exercícios para glúteos e pernas
                         

                                 

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

A Farra dos Guardanapos

                  
                                                   - É só bebida alcóolica?

Todos estamos com dificuldade para enfrentar o nível de absurdos que pipocam todos os dias em nome da corrupção e do apoderar-se do dinheiro público.

O bom é ser jovem porque não entende a metade do que acontece. A preocupação em encontrar uma forma de viver e aproveitar a vida, a energia que sobra, ocupa o tempo que não tem para prestar atenção nesse malta que tomou de assalto o país.

Uma dos maiores absurdos foi o jantar em Paris em comemoração da indicação do Rio de Janeiro para as Olimpíadas, a chamada Farra  dos Guardanapos.
Como pode um grupo de homens públicos, representando um país sul americano, já tão achincalhado por exótico, comportar-se como moleques em boteco sujo? Se eu fosse jornalista procuraria os donos ou os trabalhadores do restaurante para verificar como interpretaram aquela mesa cheia de bêbados latinos, colocando os guardanapos de linho na cabeça. Em um lugar onde falar alto, colocar os cotovelos na mesa, dar risadas já é um absurdo...

No anos cinquenta, sessenta só ia a Europa quem fosse rico. Eu dava aulas em um colégio de gente rica, grandes industriais, banqueiros, profissionais liberais renomados, jornalista de ponta. senadores, deputados.  Por exemplo, fui professora dos netos de Magalhães Pinto e cuja família era dona do Banco Nacional. No dia das professoras eu ganhava sapatos De la Crocce, Caixas de biscoitos Aymoré, o primeiro perfume francês que eu usei foi ganho de uma aluna cuja mãe tinha ido a França. Se me convidavam para ir a festa de aniversário de meus alunos eu ia de ônibus ou papai me levava e os pais mandavam os motoristas me levarem para casa. As casas magníficas que nunca mais pude entrar em alguma.

Pois bem, o que se falava a boca pequena era que os brasileiros que viajavam para a Europa ficavam bêbados nas ruas, davam vexame nos hotéis e roubavam talheres nos restaurantes. Assim , quando eu vi essa foto e as notícias da Farra dos Guardanapos percebi que nada mudou de lá pra cá. O rico continua dando vexame hoje como dava no século passado.
E essa mesma gente tem certeza que somos subdesenvolvidos e de terceiro mundo apenas pela miséria do brasileiro.

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Contemplando a natureza

- Bem-te-vi, tomando Sol da manhã.
                    
                           
Minha casa fica em lugar aprazível. Tem muitas árvores, algumas eu plantei e em dois anos uma semente é capaz de tornar-se árvore. 
Tem uma sibipiruna na frente da minha casa, plantada em 1983, o tronco é belíssimo mas a copa é podada baixo, como controle de possível queda porque pode cair em cima da minha casa. É uma árvore complicada, os galhos costumam cair em época de ventania. Esses galhos parecem simples mas são muito pesados mas como minha rua  tem pouco movimento o perigo é pouco. Eu faço o controle dos galhos, da altura, monitoro bastante e tudo tem ido bem.
Por conta de tanta árvore, o IBAMA  colocado um casal de saguis que já é um bando com o Chefe Boran e a Fúria, uma fêmea tão brava que colocamos esse nome nela. E uma dezenas de tipos de passarinhos que vivem no meu quintal, comendo amora, pitanga e a banana que os saguis deixam para trás.
Mas o passarinho mais corajoso e criativo é sem dúvidas o bem-te-vi. Especialmente os que toma banho de sol na reentrância do muro como esse da foto.

Que ninguém tenha inveja da minha vida e da forma simples a que optei por viver ...

                                           


                                 
                                 Fura fila para ganhar banana

                                          

Lakessia

                   

Eu quero passar para vocês uma experiência que eu tive. As críticas são sempre importantes, especialmente como referência quando estamos perdidos em meio a tantas ofertas e notícias. E, quando precisamos elogiar não se pode omitir.

Eu tive um fungo na unha do meu pé e custei a captar que era bicho porque achei que era coisa da velhice. Achei que, com o tempo, a gente vai perdendo a beleza, encarquilha e fica tudo feio. Mas como não estava bonito para andar de sandálias, resolvi ir ao médico. Posso contar nos dedos as vezes em que fui ao médico e isso é perigoso. Na  minha família é o normal. E, quando resolve ver o que lhe acontece, já está no rumo do cemitério.

A médica olhou com cara blasèe e mandou fazer exame em laboratório. Depois prescreveu um remédio em pílulas e passou uma fórmula para ser feita em uma farmácia de manipulação. A fórmula eu usei, religiosamente, durante alguns anos, acho que três anos, todos os dias. Foi o que ela disse para fazer, ir mandando fazer o remédio e pingando na unha.

Foi, então, que eu vi na TV Record o anúncio do produto Lakessia, justamente sobre esse problema. Percebi que devia ser muito comum porque um produto quando anunciado é porque houve pesquisa de mercado e sabem que será muito vendido.

Na minha cidade não foi possível encontrar. Eu sempre procuro no comércio local, não só para prestigiar mas para não precisar pagar o transporte do produto. Comprei pela internet e usei, muito desconfiada, em decorrência do que a médica prescreveu e não deu certo. Segui as instruções e depois de vinte dias comecei a notar que fazia efeito e melhorava. Antes de acabar o frasco, minha unha está ótima. Desconfiada de um sucesso tão grande, procurei pelas farmácias se já havia chegado o produto para comprar mais um frasco e fechar a questão. E encontrei mais barato que na internet.

Acho importante a troca de informações para o bem ou para o mal. 
Não se pode admitir apenas notícias que não nos afetam diretamente e deixar passar a oportunidade de levar informações para quem faz pesquisas, justamente para obter essas informações.

Um problema que eu tive durante anos, usando produto prescrito por médico, no óbvio que sequer precisava de exame de laboratório, e, em vinte dias está resolvido com um produto mais barato e por propaganda na televisão. Se for fazer as contas em despesa com médico, laboratórios e adrenalina desperdiçada por ter sido feito de idiota, trinta e dois reais do preço da farmácia é nada.

Parabéns ao Genomma Laboratórios do Brasil Ltda. e seu farmacêutico responsável Mauro Rezende Morais, CRF/SP 41315.

                                          *******  

Em mim não ficou tão grave mas leia essa matéria KLIKA





quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Balançando na rede ...




                     Um exemplo do que é sucesso na internet. Não é meu talento.

Depois que exclui minha página do Facebook é que me dei conta da bobagem que é fazer parte daquela loucura. 
Aquilo ali, para uma pessoa comum, não leva a nada. O tanto de ofensas que a  gente recebe, a falta total de raciocínio e interpretação de texto é de assombrar.
As páginas com milhares de visualizações é de gente que sequer sabe o português correto. Não posso crer, em muitas delas, como é disseminada daquele jeito. 
Vale como um ponto de observação do comportamento humano, de como a humanidade está caminhando.

Os protestos havidos por alguma coisa que o cidadão não concorda pode tornar-se uma rinha total, sem nenhuma interferência. Mas uma simples figura, animada, de criança pode gerar uma punição por suspeita de pedofilia do usuário. Pelo menos foi o que eu li sobre um participante de A Fazenda, na Record, que contou ter sido punido porque colocou um filminho onde uma criança é interpelada pela mãe enquanto se pesa, sobre estar gordinho. Eu vi o filme na minha página e passei batido porque pensei que aquela criança estava sendo despertada para o controle do peso  e que podia gerar uma bulimia no futuro. Isso tem aos montes, absurdos criados e filmados apenas para publicar na rede, expondo as crianças, sem pensar duas vezes.

Eu tive uma página anterior, acho que há dois anos ou menos, onde uma pessoa, suponho, me denunciou em debate político, um petralha, ainda quando a Dilmanta estava na presidência. Não sei se foi excluída ou suspensa porque eu não entendi nada. Ela ficou pendente, sem que eu pudesse acessar, durante um tempo, caindo notificações na minha caixa de email, saturando tudo, até que eu fiz um texto na minha nova página, pedindo que sumissem do mapa, me deixassem em paz.

Então, criei outra página, diferente e evitei entrar em discussão de paulista onde  a mente humana divide-se em direita ou esquerda. Mas não deu para mim.
Eu não tenho discurso feminino, sou direta no meu pensamento, sem mimimi e, percebi, que acabava caindo em páginas onde a maioria é mulher. Parece que o FB imita a vida real, onde homens e mulheres aglutinam-se entre si. E, para dizer a verdade, se me virem em meio a mulher, me tira porque estou maluca: É fofoca, esmalte, cabelo, emagrecimento, aulinha de moral, conselhos para buscar a humildade, Deus prá lá e Deus prá cá, conversa cricri e, pior, animais vestidos e tratados como gente. Tomo distância na vida real, quanto mais na internet.

Na página do Face, existem seguidores desconhecidos e alguns deles são espiões, do FB e sei lá quantos mais, vigiando tudo que você faz. Algumas páginas podem ser bloqueadas por você mesmo mas isso é muito desagradável porque ou a pessoa está ali para divertir-se ou não vale a pena ficar nervoso. Fora as exposições das mazelas pessoais e de família, fotos pessoais  onde a educação manda retribuir uma assiduidade vazia de quem não tem cérebro para entender mais que dois mais dois.

Eu quero aderir a modernidade, fugir do dedo apontado do velho que não consegue acompanhar a história da humanidade, participar do mundo e suas novas tecnologias mas tem coisa que não dá, não soma nada, sendo criado para quem não tem vida útil e precisa ser mais do que é capaz de montar para ela mesma.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

O perverso não poupa ninguém

                            
   
Na internet, sejam nas chamadas redes sociais ou nos portais , grandes ou pequenos, as pessoas parecem que não podem ser contrariadas. Onde ficou a liberdade de expressão? Onde está a riqueza do pensamento diversificado, sem ofensas ou grosserias? 
Deram até um nome, incorporado do inglês, haters , para essa gente que ofende uns e outros, sem piedade. 

Em uma reportagem sobre a Xuxa, que hoje tem 54 anos e um programa de variedades na Tv Record, todo o texto, nas suas entrelinhas,  é para ofender a mulher que envelhece como qualquer  um de nós. A começar pela voz, antes artificial e infantil, atualizada para sua idade.

Eu a conheço por seus programas dirigidos para as crianças, a ponto de ser chamada de Babá Eletrônica, nos anos oitenta porque Maurício , meu filho mais velho, sempre foi fã dela, tendo todos os discos daquela época, comprados ou presenteados nos seus aniversários.

Na verdade, toda a sua carreira foi trilhada sobre ofensas e grosserias de terceiros, emparelhada com paixões com direito a assédios e correria pelas ruas, quando fazia seus shows pelo mundo.

A primeira vez que eu li sobre ela estar velha foi em uma matéria sobre um show que ela fez no Chile e ela tinha pouco mais de quarenta. Por incrível que pareça, foi até vaiada porque não estampava a mocinha como era o esperado.

Se para pessoas comuns, anônimas já é difícil perder o brilho da juventude, imagino como deve estar Xuxa com as ofensas medonhas que lhe fazem, sem dó nem piedade. Muitos que a ofendem sequer atingirão a sua idade. Não posso crer que tenham coragem de fazer textos, comentários, desmerecendo quem envelhece com saúde, de forma criativa, corajosa e trabalhando para exercer uma profissão tão difícil. 
Para mim ela é indiferente como profissional porque não vejo programas do tipo que ela faz. Entretanto, eu que envelheço mais do que aceito para mim mesma, preciso ser solidária com ela no desejo de não se deixar abater com a perversidade estampada na mídia.
Para não falar dos ataques virulentos, por ela pensar diferente de trogloditas reconhecidos.
A maldade dos medíocres não tem fim e nem época. A maldade existe desde que o mundo é mundo. Que todos nós que envelhecemos sejamos fortes para aguentar a discriminação e a violência.

Não é fácil ?  KLIKA

Os biltres corretos

- Em um tempo em que a  patrulha não fazia diferença.
                        

Está impossível viver com a onda do politicamente correto. Não o correto para avançar na forma de viver e apurar a humanidade mas nos detalhes personalíssimos que varrem tudo e todos, engessando as pessoas no discurso dos que querem mandar no mundo. A sensação é dos oprimidos indo a forra. Abrir a boca para dar opinião em público é correr o risco de ser linchado pela patrulha do bom moço, o certinho do início do Século XXI.
Lá se vai o tempo do pós guerra onde as barreiras foram quebradas, o tempo da Guerra Fria onde as sutilezas valiam mais do que os debochados e fanfarrões, tentando colocar grilhões e ferros nas mentes e no livre pensar.

Tenho pavor de patrulha, seja de que vertente seja. Podam as inteligências e nivelam tudo no gosto da sua régua. Torna tudo medíocre e feio. Gente que não admite diálogo, não sabe conversar. Talvez seja fruto dessa geração criada na frente da televisão, vendo filmes onde os animais falam e as pessoas resolvem os atritos no soco e no espirrar de sangue quando contrariados.

Porém, se o falastrão  é chic, faz parte da panela, dos queridinhos das cotas e praxes sociais, demonstra sapiência decorada, o sujeito é endeusado, vira destaque para atender os donos do discurso. Os outros, precisam pedir desculpas porque não obedeceram o   som do berrante e recusam-se a ir para o matadouro sem nenhuma reação.

Será que vai dar tempo para eu ver a mediocridade ser enterrada e florir, novamente, o multifacetado?


                   Para quem não sabe o que é reunir o gado com o berrante



Os transbrasileiros

- A liberdade é onde eu vou
                                               

O país hegemônico, que dita o estilo de vida ocidental, os USA,  precisa perceber a importância de suas influências no comportamento da população da Terra.
Construído no pilar da liberdade rumo a felicidade, quis mudar o ser humano. Fazer este exercer a liberdade, com todo direito a ser feliz, esquecendo que uma pessoa individualiza o senso comum e agride o todo quando sente-se frustrado.

Não precisa ser nenhum gênio para perceber essa mensagem, exibida nos meios de comunicação, filmes, livros, debates onde o custe o que custar em busca do ser feliz beira o extremo.

Qualquer pessoa sente-se sozinho em alguma fase de sua vida, não tem o que muita gente tem e nem é como  outras pessoas são. Mas a mensagem dos EUA é que a pessoa que não tem ou não é o padrão do vencedor é um infeliz, um frustrado, mal amado, vencido na vida.
A mensagem é tão forte que um número imenso de pessoas sonha em morar nos EUA. Por si só já é característica do vencedor. Então, essa gente nega sua cidadania, tem vergonha de seus costumes, cultura, aparência, latinidade de preferência. Algumas mulheres vão, apenas, parir nos States a fim de que seus filhos nasçam  cidadãos estadunidenses. Fazem esse nascimento público, alardeiam, pagam muita grana para realizar a façanha.

A última é artista mudar-se pros States, divulgar na mídia e viajar, ofendendo os brasileiros que sequer pretendem um dia fazer o mesmo. Síndrome de Carlota Joaquina de Bourbon. São os transbrasileiros: Nasceram brasileiros mas querem ser estadunidenses. A cabeça não reconhece a cidadania brasileira e precisam buscar a transformação e uma delas é vilipendiar o Brasil e o brasileiro, cuspir na nação, ofender a brasilidade. Tirar a poeira das sandálias.

Não são imigrantes. Estes mudam-se porque querem  fazer a vida  em outras terras, tentar construir seu futuro em outras plagas onde fixarão suas raízes e farão parte da construção da sua história.
São  os  transbrasileiros.  Os frustrados, exibicionistas atrás de algo a que dão  o nome de liberdade e do estilo de vida da águia do norte.
Uns cheiram cocaína, fumam pedras de crak, bebem até ficar com a cara inchada quando a cabeça não aceita a vida que a cabeça quer mas o corpo não segue. Outros fazem como aquela história, mudam o sofá de lugar.

Quanto à verdade, o uso da liberdade rumo a felicidade, as consequências podem  não ser das melhores. É igual aqui ou lá. O frustrado reage, matando quem é feliz. Inclusive politicamente falando.

A  liberdade e falta de felicidade tem nome e arma: KLIKA
Mudou seu sofá de lugar ? KLIKA


quinta-feira, 28 de setembro de 2017

Massa de manobra virtual

                                   - A visita de inspecção        

Incrível o nível de dominação que o Facebook faz com seus usuários. É o domínio maior do que o estado a que o cidadão pertence. E, a nível mundial.

Para abrir uma conta a pessoa tem que mandar um documento de identidade. Fico pasma de como uma pessoa submete-se ao controle de uma empresa privada, exigindo exposição insegura sem compromisso algum. Porque, se houver consequências em enviar um documento para a nuvem da internet só com ordem judicial haverá reversão de danos por divulgação ou invasão de hackers.

Eu exclui minha página do Facebook. Com tantos absurdos havidos em páginas radicais na política, comportamentos e divulgação de mentiras cabeludas, falsas notícias, indecências, discriminações, misoginia a dar com pau, uma simples palavra que contrarie um denunciante e sem direito de defesa, o usuário fica de castigo pelo tempo que alguém, desconhecido, decida.

Facebook é uso de massa de manobra, dentro do que prega o seu dono e sem direito de protestar. É estar em casa alheia, transitar em terreno minado, sujeitar-se a ser comandado por costumes e ordens estrangeiras. Poder que Napoleão Bonaparte sonhou e não conseguiu.

Senhas? Para que senhas se podem monitorar seus dados, sua vida, suas idéias? 

A morte do pândego da esbórnia

                             
Uma pessoa vive a vida na esbórnia, perde a saúde e depois quer que outra, que se cuidou e mantém o vigor, cuide dela. Isto é o retrato do papel que o mal carater espera do outro, nunca de si mesmo.

Para fazer o que quer na vida, beber, fumar, usar drogas, pintar e bordar é preciso, pelo menos, ter cacife para a velhice. Paralelo à esbórnia, planejar respaldo para quando ficar velho.

O papel esperado da pessoa  cuidadora de decrepto da esbórnia é sempre  para uma mulher. Eu nunca vi um homem empurrando cadeia de rodas de um idoso alquebrado. ( Detalhe, aqui não trato do doente por vocação)

Um fenômeno que rema contra essa maré é o fundador da revista Playboy. Esse sim fez de tudo na vida, E,  acabou morrendo aos 91 anos, placidamente, na sua própria cama, rodeado por mulheres objeto. Mulheres, mulheribus  e o  dejeto do mundo masculino.

Agora que não está vivo, espera-se que sua vida real, a exploração da mulher como fonte de renda, e, não podendo pagar para esconder suas sujeiras, apareça com todas as letras.

Tomara que sua morte represente o fim de uma cultura que alimenta o pior lado do mundo masculino. Um tipo de filosofia que assaca a mulher por ser mulher, servindo de pano de fundo para inúmeras ações criminosas que vandalizam o ser humano na representação de sua metade.

Vai tarde !

Sabia dessa? KLIKA
As duas faces de Eva : KLIKA

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Militares é no quartel

                                 
  
Tenho acompanhado, como todos, as falas de generais boquirrotos, pregando a intervenção militar no Brasil.
Junto deles vem os parentes, beneficiados e beneficiários de uma ditadura, sob a argumentação de que só safado é contra a ditadura imposta ao Brasil a partir do golpe militar de 64.

Quero dizer que sou contra, no momento atual, de qualquer intervenção militar com qualquer nome sofisticado que seja dado a golpe militar. 

O Brasil precisa ser depurado, limpo dos bandidos, em processo público para todos tomarem conhecimento das acusações, dos depoimentos e como funciona um tribunal.

Eu entendo que o juiz federal Sérgio Moro tenha um impacto na mídia e a necessidade de trabalhar a opinião pública a seu favor mas como advogada não o faço deus de nada. Para mim, cumpre com seu dever funcional e para tal ganha muito bem. Nem mais e nem menos.

A população brasileira é facilmente manipulável, inclusive com notícias maliciosas e falsas, porque desconhece como funciona o estado, a federação e os trâmites processuais. A tendência do ignorante é precisar de um tutor, de um pai da pátria se não um salvador e o Brasil não tem a mínima condição de dar um líder de primeira linha, nesse momento histórico.
E quem é o responsável direito é a ditadura que cunhou o AI 5 , proibindo e coibindo o surgimento de novos líderes.

Portanto, custe o que custar, que os bandidos sejam julgados e colocados na cadeia. Não só para não voltar, no futuro, dando suas versões pessoais como para acabar com a sensação de impunidade que prejudica o desenvolvimento do povo inculto usado como massa de manobra.

Terremoto no México



                               

Quero prestar solidariedade ao México como nação e aos mexicanos, em sua população tão sofrida com os terremotos da última semana.

Eu não tenho dinheiro e nem condições de prestar ajuda, fundamental nesse momento. Sabemos que o México é nação que luta contra a pobreza e a reconstrução  não será fácil.
Eu  li protestos contra o presidente da república, visto aos sorrisos em meio ao sofrimento, pelo medo de desvios de verba e pela corrupção semelhante a do Brasil.
Um país subdesenvolvido tem em seus governantes o resultado direto porque apoderam-se de verbas milionárias. Pelo menos é como no Brasil onde a arrecadação dos impostos é trilhonária mas boa parte vai para essa gente medonha. O povo continua miserável enquanto a classe política enriquece do dia para a noite. Para não dizer dos componentes da máquina do estado, todos ricos porque os vencimentos são exorbitantes. Mesmo quando o país vai mal, o aumento dos salários continua como se nada estivesse acontecendo.
Por último, o povo tem feito manifestação e as redes sociais repercutem a indignação a ponto de obstar últimos aumentos propostos pelo Poder Judiciário.

Todo essa bandalha cometida pelos petralhas e que arrastou empresários, banqueiros e hordas de aproveitadores do dinheiro público e seus cargos protegidos por prerrogativas constitucionais, tem um  resultado que pode sedmentar na sociedade. Os fatos vindo a público são dolorosos mas fará mudar a mentalidade denegrida dos últimos anos.

No México como no Brasil a história é a mesma e mostra porque são subdesenvolvidos e a miséria não consegue ser dissipada.

Desejo forças aos mexicanos, especialmente aos que por aqui passam prestigiando a minha página.

Força que o futuro será promissor !

Que morram em guerra coreana

                   

A humanidade está doente. Não temos mais diálogo ou compreensão dos mínimos direitos. Quando contrariado o sujeito investe-se contra o outro. E não é somente no plano pessoal mas das nações, da vida, dos costumes e das regras.

De onde vem essa má influência não sei mas vejo que para mim, prefiro deixar a participação em páginas da internet e ficar na minha. Nesses ambientes a intolerância beira a surto psicótico.

Uma coisa me horroriza, me deixa doente e , portanto preciso livrar-me, é essa multidão de transbrasileiros, atacando a nós, brasileiros que brasileiros ficamos. Essa corja sai do Brasil, falidos e vencidos e, de longe, atacam quem ficou. Essa gente não tem direito de falar mal do Brasil. Eu, por exemplo, saí de Minas Gerais, sei o que se passa por lá mas não ataco porque não tenho nenhuma influência daquele estado.

E, pior, escrevi um texto nesse sentido no Facebook e fui denunciada por uma ex brasileira com sobrenome árabe e fui bloqueada. Ah! Comigo não. Exclui minha conta e justifiquei. Sem direito de defesa, não sei quem é a pessoa e foi atendida, mediatamente, porque se ofendeu. Mas  quem escolheu ficar no país não tem direito algum de ofender-se com essa cambada ordinária de apátridas.
Diferente é aqui, onde sei as regras e sei o que posso escrever. Já escrevi muitos textos com esse teor e nunca fui incomodada.

Sabe de uma coisa? Vivi até dois anos  atrás sem FB e vou ficar melhor assim. Pelo menos não verei uma centena de textos falsos, com notícias mentirosas e burrice acima do limite permitido.

E, aos transbrasileiros ... Que vão a merda !



domingo, 10 de setembro de 2017

Flagelo lá como aqui

                                             

Eu ainda preciso entender, tenho muita dificuldade de entrar na cabeça de um ex brasileiro que saiu do Brasil com o rabo entre as pernas e, de longe, fica ofendendo quem ficou. Como impedir que uma besta dessas que saiu do Rio de Janeiro, fica de longe escrevendo textão no Face, dizendo que está adorando os EUA e as retiradas, fugindo dos furacões? Mentiroso e vencido lá e aqui, diz que em dois anos de estadia nos EUA, conseguiu tirar o Green Card, está feliz da vida porque enriqueceu, de carrão e no meio de um congestionamento na estrada onde todos estão seguindo um e outro, com absoluta disciplina,  na fila da desgraça da natureza. 

Não sabe para onde vai mas aproveita para desancar o brasileiro que ele conhece  e de  onde é oriundo, generalizando como se todos fôssemos como eles. Está tão alienado lá como aqui pois desconhece os crimes, os assaltos e que muitos preferem enfrentar a natureza, não sair de suas casas que, vazias, fatalmente, serão pilhadas pelo bandidos. Vai ficar entulhado em alguma  casa alheia e,  com certeza, não será de um estadunidense. Favelado lá é melhor do que favelado cá porque está na planície e não no morro do crime.

Que morram no turbilhão dos ventos e das águas dos furacões ! Assim não corremos o risco de tê-los de volta quando Trump enxotá-los a vassouradas. Para o Brasil serão os eternos fracassados lá como aqui, um flagelo para quem constrói uma nação lá como aqui.
Fogem da vida lá como fogem aqui. E pior, querem que o pessoal das embaixadas fiquem de plantão para atenderem suas demandas. Que nojo!

O que eles preferem. Quico? KLIKA